PROJETO Semeie Ostras
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| Mãos aliadas para fortalecer os ostreicultores familiares |
Financiado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), de 2010 a 2012.
Tem por princípio a gestão coletiva, de seus recursos e suas atividades, para que com isso ele possa alcançar o grande objetivo que é contribuir para a geração de trabalho e renda, melhorando a qualidade de vida de comunidades tradicionais de pesca e mariscagem situadas nas regiões do Baixo Sul Baiano e Baía de Todos os Santos. Para tanto é também necessário consolidar e ampliar a dinâmica produtiva solidária e tecnologia ambiental empregadas em unidades produtivas de ostreicultura. Assim, como objetivos específicos, temos:
- Desenvolver e aplicar estratégias de associação e cooperação entre os agentes da cadeia produtiva de ostreicultura solidária, oportunizando a diversificação desta atividade de maricultura e o aumento do consumo de seu produto nos mercados local e regional;
2. Promover espaços de intercâmbio e capacitação em técnicas de maricultura artesanal solidária, co-manejo de recursos naturais, gestão participativa, gênero, comercialização em rede e conservação ambiental para moradores de comunidades diretamente envolvidas e de outras do entorno, estudantes universitários, produtores e técnicos das instituições envolvidas;
3. Realizar diagnóstico participativo sobre a capacidade de recarga de estoques naturais de lambreta (Lucina pectinata) existentes no município de Taperoá para sensibilização dos extrativistas em relação ao co-manejo dos recursos naturais;
4. Promover a sustentabilidade ambiental dos empreendimentos, incentivando a conservação ambiental, a redução dos conflitos de uso com outras atividades produtivas existentes, o aumento da participação social em espaços de regulação e fiscalização institucionais, assim como facilitar o acesso a equipamentos públicos e coletivos de depuração e sanidade de moluscos.
Lembramos também que o projeto prevê o envolvimento das pessoas envolvidas nas diversas etapas da cadeia produtiva, promovendo o fortalecimento do trabalho cooperativo, articulando ações de promoção de controle sanitário, produção e consumo sustentável de ostras e, também, de co-manejo de atividade extrativista em bancos de moluscos. E o envolvimento consiste também em acompanhar as atividades, fazer propostas, buscando integração para alcançarmos estes desejados objetivos.
ACC Mapeamento Biorregional, novo desafio em 2011-2
Mais um semestre começa na Universidade Federal da Bahia e se iniciam também as atividades da ACC: "Mapeamento Biorregional Participativo em Comunidades Costeiras Tradicionais como Ferramenta para Educação Ambiental". Esta disciplina, ministrada pelo Professor Miguel Accioly do Instituto de Biologia, tem como objetivo construir junto às comunidades de pesca uma ferramenta que possibilite a valorização do conhecimento tradicional dessas populações sobre seus territórios através da interlocução entre o saber acadêmico e tradicional e a partir daí, pensar e discutir as estratégias para gestão sócio- ambiental dessas realidades.
A proposta da atividade é construir uma ação interdisciplinar que contemple 10 estudantes de diversas áreas: Biologia, Oceanografia, Medicina Veterinária, Zootecnia, Engenharias, Ciências Sociais, Geografia, Serviço Social, Gênero e Diversidade, Gestão Pública e Social, Administração, Economia, Comunicação, Direito, Saúdes, Pedagogia, Licenciaturas, Artes, e Bacharelados Interdisciplinares.Para inscrição na disciplina é necessário que haja disponibilidade para viagens em cinco finais de semanas com datas a serem definidas. 
Calendário18/08 às 16h: Aula Pública para apresentação do Projeto da ACC. Local: PAF-1 sala 122A partir de 27/08: Aulas semanais com horário a combinar. Local: Instituto de Biologia, Laboratório Ecomar.
Outras informações: marsol.ufba@gmail.com
Mais um semestre começa na Universidade Federal da Bahia e se iniciam também as atividades da ACC: "Mapeamento Biorregional Participativo em Comunidades Costeiras Tradicionais como Ferramenta para Educação Ambiental". Esta disciplina, ministrada pelo Professor Miguel Accioly do Instituto de Biologia, tem como objetivo construir junto às comunidades de pesca uma ferramenta que possibilite a valorização do conhecimento tradicional dessas populações sobre seus territórios através da interlocução entre o saber acadêmico e tradicional e a partir daí, pensar e discutir as estratégias para gestão sócio- ambiental dessas realidades.




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