POR: MARCOS BARROS
O atual momento da educação está marcado pelo uso de novas tecnologias, o que
torna cada vez mais evidente a necessidade de criação de novas metodologias com
o objetivo de auxiliar nos trabalhos e
estudos da Geografia afim de desenvolver a capacidade de uma leitura
cartográfica mais dinâmica por parte do alunado, tornando-o capaz de formular
ideias e extrair informações do material observado, seja um mapa, uma fotografia áerea, ou mesmo uma imagem de
satélite.Tecnologias novas, como as imagens de
sensoriamento remoto, ou mesmo as fotos aéreas, devem ser ferramentas
disponíveis a todas as escolas, afim de se obter um melhor resultado no estudo
da paisagem geográfica, tornando alunos e professores críticos, das observações
feitas, numa análise das mudanças no ambiente em que vivem, seja elas
provocadas pela ação humana ou mesmo
proveniente de fenômenos naturais.
A autora procura auxiliar na reflexão sobre
práticas que podem contribuir para com os educadores, a se aproximarem de novas
tecnologias de geoprocessamento bem como levar tais conhecimentos para sala de
aula introduzindo os mesmos ao cotidiano dos estudantes. A Geografia por ser
uma ciência multidisciplinar, contribui para a divulgação de novas tecnologias,
bem como para dinamizar a atuação dos professores no exercício de suas
atividades pedagógicas, mas tais tecnologias dependem também da criatividade
dos educadores a fim de dar maior estimulo aos seus alunos.
Torna-se assim também missão do professor
o auxilio aos estudantes de poder experimentar as mais variadas concepções do
mundo, saindo do tradicionalismo inerente das nossas escolas, criando um
ambiente capaz de levar o educando a aprender a ver e interpretar aquilo que
lhe é disponibilizado. Assim ler e escrever não é só o objetivo primordial da educação, pois o
educador ao mediar o conhecimento obtido através de analise e observação de
imagens de satélites e aerofotogrametria
esta colaborando para a formação de individuos capazes de compreender e buscar
soluções para os mais variados problemas, sejam ambientais ou de origem sócio
espaciais.
È nesse contexto que a autora diz que “O
ser humano é visto como um agente social e histórico do ambiente em que vive,
sendo então transformador e construtor do espaço em que habita” e a Geografia
como ciência social tem como objetivo, o estudo dessas relações do homem com o
meio, estudos esses que tem na Cartografia uma poderosa ferramenta de trabalho, aliada as novas tecnologias. Uma experiência bem sucedida é o uso de imagens de
satélites para confecções de mapas temáticos, onde os alunos podem levantar a
historicidade, a cultura, a sustentabilidade, a biodiversidade ou outros dados
de relevante importância sobre os ambientes em que vivem, dando-lhes empoderamento
sobre esses espaços. Assim a atividade cartográfica além de lúdica e
informacional assume também um papel de formação da cidadania., coletiva e individual dos membros de uma comunidade. Projetos pedagógicos ou de extensão universitária realizados por
todo o país permitem evidenciar o sucesso dessas novas tecnologias na prática
escolar.
Trabalhar com tecnologias tornou-se uma ferramenta de vital importância no contexto escolar em que a nossa clientela do séc. XXI está inserida.
ResponderExcluirTodas as disciplinas portanto devem fazer uso dessem suporte tão necessário para uma nova forma de aprender.